01/08/2009
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31/07/2009
Die Drogen
Ninguém conhece, mas eu curto um bom indie-rock alemão. :D
Conheci a banda no meu celular Siemens em 2007, no aparelho veio uma música bem bonitinha, bem pop-rock, This is Time, e essa banda chamava Sugarcaine. Mudaram de gravadora, houve umas mudanças e atualmente a banda se chama Die Drogen.
E não, você NÃO vai achar na internet pra fazer downloads. Eu não sabia que os meninos tinham mudado de nome, investiguei a fundo e pá, eu já tinha eles na minha página do myspace, que antes era Sugarcaine. Enviei uma mensagem pra eles, contando a situação e talz. Com o maaaior prazer, o David me enviou o material na semana passada e chegou hoje, o primeiro EP (que nem lançaram ainda, acredito eu) deles, e o antigo álbum No Stars Above, Sugarcaine, que nem acha pra comprar… ou seja, é RARIDADE. :D
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24/07/2009
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13/07/2009
Dia Mundial do Rock
Funeral for a Friend
my fav rock band <3
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11/07/2009
Nenhum homem é senhor de si mesmo
“[…]
Orfila já dizia que a mente sempre fica inquieta quando é agitada pela raiva, transformada pelo desespero, assombrada pelo temor ou corrompida por um incontrolável desejo de vingança. Nessas ocasiões nenhum homem é senhor de si mesmo. Sua razão fica afetada; ele se transforma em um louco.
Mas em todos esses casos um homem não perde a compreensão de seu real relacionamento com as coisas. Seu infortúnio é real e, se o leva a cometer um ato criminoso, este ato é perfeitamente motivado.”
Trecho do livro que estou lendo, ‘Sanidade Temporária’ por Rose Connors.
Ahh, se fosse pra ser advogada, faria especialização em Direito Penal. :)
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Rookie of the year - Liars And Battlelines
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♪ Why would I sabotage
the best thing that I have
Well, it makes it easier to know
exactly what I want with my…
Hands open and my eyes open
I just keep hoping
that your heart opens
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09/07/2009
Bolinhos de Bebê
Esse é um título de um dos contos no livro Fumaça e Espelhos, Contos e Ilusões, escrito por Neil Gaiman. Apesar de o Gaiman não ser vegetariano, ele escreveu este conto em benefício da PETA (Pessoas pela Ética no Tratamento de Animais). Comentário dele registrado no livro:
”[…] Acho que passa a mensagem. É a única coisa que escrevi que me perturba. No ano passado, desci do meu quarto e encontrei meu filho Michael ouvindo Warning: Contains Language, meu CD falado. “Bolinhos de bebê” começou quando entrei na sala e me pegou de surpresa ao ouvir uma voz que mal reconheci como a minha lendo o texto em voz alta.
Para registro: eu uso casaco de couro e como carne, mas sou muito bom
para com os bebês.”
Faz um bom tempo que estou tentando deixar de comer carne. É difícil, mas não desisto. E nem é questão de filosofia, como a minha mãe pensa. Eu sou muito sensível e, imagina se um dia realmente todos os animais entram em extinção devido a matança extremamente exagerada, maltratos e testes em laboratórios, causada por ser Humano. E aí? Como é que fica? Hum… É bom todo mundo pensar nisso, heim? ;)
E lá vem o conto:
Bolinhos de Bebê
Alguns anos atrás, todos os animais foram embora.
Acordamos uma manhã e eles simplesmente não estavam mais lá. Nem mesmo nos deixaram um bilhete ou disseram adeus. Nunca conseguimos saber ao certo para onde foram.
Sentimos sua falta.
Alguns de nós pensaram que o mundo tinha se acabado, mas não tinha.
Só que não havia mais animais. Não havia gatos ou coelhos, cachorros ou
baleias, não havia peixes nos mares, nem pássaros nos céus.
Estávamos sós.
Não sabíamos o que fazer.
Vagueamos por aí, perdidos por um tempo, e então alguém observou que, só porque não tínhamos mais animais, não havia motivo para mudar nossas vidas.
Não havia razão para mudar nossa dieta ou parar de testar produtos que podem nos fazer mal.
Afinal de contas, ainda havia os bebês.
Bebês não falam. Mal podem se mexer. O bebê não é uma criatura racional, pensante.
Fizemos bebês.
E os usamos.
Alguns deles, comemos. Carne de bebê é tenra e suculenta.
Esfolamos suas peles e nos enfeitamos com elas. Couro de bebê é macio e confortável.
Alguns deles, usamos em testes.
Mantínhamos seus olhos abertos com fitas adesivas e pingávamos detergentes e shampoos neles, uma gola de cada vez.
Nós os marcamos e os escaldamos. Nós os queimamos. Nós os prendemos com braçadeiras e plantamos eletrodos em seus cérebros.
Enxertamos, congelamos e irradiamos.
Os bebês respiravam nossa fumaça e, na veias dos bebês, fluíam nossos
remédios e drogas, até eles pararem de respirar ou até o sangue deles não correr mais.
Era duro, é claro, mas necessário.
Ninguém podia negar isso.
Com a partida dos animais, o que mais podíamos fazer?
Algumas pessoas reclamaram, claro. Mas elas sempre fazem isso.
E tudo voltou ao normal.
Só que…
Ontem, todos os bebês se foram.
Não sabemos para onde. Nem mesmo os vimos partir.
Não sabemos o que vamos fazer sem eles.
Mas pensaremos em algo. Humanos são espertos. É o que nos faz
superiores aos animais e aos bebês.
Vamos bolar alguma coisa.
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Dedico esse post aos meus amigos vegans. :D
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Mais uma foto tirada há algumas semanas atrás, em uma exposição Artes Digitais no Palácios das Artes
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